LIVRO DAS ALMAS - hegemonia

LIVRO DAS ALMAS - hegemonia

Livro das Almas

Hegemonia politico/estratégica

 

Dentro de aproximadamente 500 anos, estaremos portanto perante o fim de um Grupo Espiritual.

Mais guerras, conquistas hegemónicas virão, tal como aconteceu num período antes e depois de Cristo, sucedendo-se a queda do Império Romano e, acontece ainda de há 500 anos a esta parte com a subida vertiginosa e queda de impérios tais como:

Império Europeu (constituído por Portugal, Espanha, Inglaterra, França, Bélgica e Alemanha, nomeadamente), Império Russo (Repúblicas Soviéticas) e a que se seguirá, obrigatoriamente, a queda do Império Americano, que já agoniza em estertores perfeitamente identificados nos últimos 30 anos.

As conquistas hegemónicas acontecem quando novos Grupos Espirituais aparecem, quando Grupos Espirituais se preparam para nos deixar em definitivo.

É uma época de acertos.

Exemplos:

Sadam Hussein (Grupo B) foi eliminado por Bush, pai e filho (Grupo A).

Kadafi (Grupo A), tendo o apoio de Bush, foi eliminado por ter perdido o apoio do presidente da Pérsia, Mahmoud Ahmadinejad (Irão – Grupo B)

Israel manter-se-á na posição hegemónica em que se encontra enquanto o seu presidente pertencer ao mesmo Grupo Espiritual do Presidente dos Estados Unidos.

Ambos do Grupo A.

Logo que esta situação se altere, Israel será mais uma vez, como já o foi no passado, absorvido pelo grupo de países que compôem ou cujos líderes se incluam no Grupo Espiritual oposto, ou seja,os do Grupo B.

São eles o Egipto, a Palestina, a Síria, o Irão… Contarão entretanto com o apoio, a manter-se o estado actual das coisas, do Irac recentemente entrado no grupo A, da Turquia e, naturalmente dos USA e da Inglaterra.

Não é por acaso que a Inglaterra, embora estrategicamente, faça parte da União Europeia não abdicou da sua moeda nem dos privilégios especiais que já mantinha antes.

Numa eventual guerra, a manter-se a actual situação (posição ocupada pelos líderes em termos de Grupos Espirituais) Inglaterra não seria aliada nem contaria com o apoio da União Europeia.

Não foi por acaso que acabaram as dissidências entre a Rússia e os USA (mesmo grupo).

Não é por acaso a proximidade actual entre os países lusófonos da América, de África e do Oriente, já o mesmo não podendo dizer-se de Açores e Madeira, ambos geridos por pessoas que estão mais próximas de Inglaterra e dos Estados Unidos do que de Portugal.

Há uma repartição visível nos USA, sendo a maioria dos membros do Partido Republicano pertencentes ao Grupo Espiritual A e dentro do Partido Democrático, contam-se os do Grupo Espiritual B, na sua maioria.

Se recuarmos à recente II Guerra Mundial, apercebemos-nos claramente que a Alemanha, cujo líder fazia parte do Grupo Espiritual A, se aliou a países cujos responsáveis políticos, à época, também faziam parte desse mesmo grupo.

Já a Inglaterra de então, bem como todos os países que se juntaram para serem seus aliados, tinham líderes ou gestores pertencentes ao Grupo Espiritual B.

Embora em Portugal houvesse à época o regime de partido único e com políticas de Estado semelhantes às de Espanha, Itália e Alemanha… não entrou em guerra, mantendo-se neutro porque tanto o seu Presidente, Marechal Óscar Carmona, como o presidente do Concelho de Ministros, António de Oliveira Salazar, eram ou pertenciam ao Grupo Espiritual B.

A aproximação entre Portugal e o Centro do Europa, nos moldes em que está a ser feita neste momento, nada mais é do que o resultado de, neste momento, os gestores de um e de outro lado pertencerem ao mesmo Grupo Espiritual. Eles não o sabem… Mas sei eu!

E assim será.

Ciclicamente, os países vão sendo governados por pessoas de diferente Grupo Espiritual (sem disso terem a consciência), uma espécie de Partido Político Celestial, Grupo Maçónico ou o nome que queiram dar a este tipo de associação ou associações, cujo interesse principal é de conquista hegemónica a vários níveis: político, empresarial, financeiro, social.

Brevemente será desenvolvida uma nova aliança destinada a suportar a expansão hegemónica, cultural e económica Anglo-Saxónica.

Uma Terceira Guerra Mundial adivinha-se.

Para muito breve!

A Ordem Transcontinental Mephisto – OTM, reunirá a Alemanha, a Dinamarca, a Inglaterra e alguns países do Sul da América do Sul, nomeadamente os que acolheram os nazis durante e após a Segunda Guerra Mundial.

Os restantes países da Europa não poderão contar desta vez com o apoio dos Estados Unidos, nem com a Rússia ou com a China, menos ainda com o Japão, que se manterão equidistantes ou não alinhados.

Os novos aliados da Europa caracterizada essencialmente pelos países do Sul, serão nomeadamente o Brasil (com outro presidente), bem como os restantes países de expressão portuguesa.

Motivo? Proximidade cultural ou proximidade espiritual?

As ex-colónias francesas, as ex-colónias inglesas, as ex-colónias belgas bem como as ex-colónias alemãs manter-se-ão afastadas deste conflito com características, mais uma vez, mundial.

Motivo? Distanciamento cultural e religioso.

Para quando o início de uma guerra generalizada?

Ela já começou de facto. As manifestações cada vez menos pacíficas são já o prelúdio do que virá a seguir, quando grupos organizados de vários países se juntarão com mais vigor e veemência no combate a agressores comuns;

Os gestores dos países da OTM - A Ordem Transcontinental Mephisto.